O Futuro do Envidraçamento sem Caixilharia

Durante os últimos 15 anos, a AESTECH desenvolveu tecnologias, que permitem implementar conceitos arquitetónicos em vidro mais ousados, com um sistema certificado e patenteado, sendo prova disso, os mais de 100 projetos implementados a nível mundial.

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A AESTECH desenvolveu um método inovador que permite abdicar de estruturas convencionais de apoio dos envidraçados. Para isso, desenvolveu um material ultrarresistente “GPR – Glass Reinforced Plastic”, que ao possibilitar a colagem dos vidros, permite obter um novo tipo de vidro duplo de alta resistência, mais forte que o vidro duplo convencional.

Uma das vantagens deste tipo de vidro é ser autoportante. Ao dispensar estruturas auxiliares de apoio, permite obter ganhos económicos a dois níveis: com a dispensa de peças extra e respetivas instalações de fabrico e ao permitir poupanças anuais de energia na ordem dos 25% a 40% devido à entrada de mais luz natural, devido precisamente à dispensa das peças adicionais.

A conceção para a fixação em dois lados dos envidraçados foi projetada para ser feita de forma individual permitindo, num fenómeno natural como um terramoto, trabalhar de forma independente, sem transmitir movimentos e pressão aos envidraçados adjacentes.

O design oferece mais soluções para além das fachadas. Graças ao sistema de suporte, é possível utilizar o sistema em coberturas (planas e inclinadas), lobbys e pérgulas com um design esteticamente apelativo. No exemplo abaixo, é possível visualizar um edifício residencial em formato de cubo com proporções invulgares, que não necessita de estruturas de suporte visíveis, conseguindo expor o potencial do vidro de uma forma agradável.
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Chicago Cube

Na imagem que se segue, podemos visualizar um pormenor do sistema de fixação dos envidraçados.

Em suma, as vantagens deste sistema são:
  • Produto certificado e patenteado;
  • Produto inovador;
  • A capacidade de carga é muito superior à das janelas convencionais de vidros duplos;
  • Baixo nível de distorções óticas;
  • Ausência de elementos visíveis de estruturas metálicas, obtendo dessa forma área adicional de envidraçado;
  • A utilização de um vidro isolado permite mais rigidez, que aliado ao facto da ausência de molduras e/ou estruturas de tubos metálicos garante pelo menos 20% a mais de eficiência térmica e acústica, quando comparado com um sistema de vidro convencional;
  • A solução permite uma conexão dos vidros em qualquer ângulo.
As desvantagens são:
  • Produto com características muito particulares, sem concorrência no mercado;
  • Produção limitada à capacidade da unidade de produção.

 

Fontes:
https://aestech.com/en 
https://www.campeaoprovincias.pt/noticia/envidracamento-sem-caixilho-da-aestech-esta-a-mudar-a-arquitectura-moderna