O Futuro da Segurança no Trabalho

O equipamento de proteção individual (EPI) inteligente tem por principais vantagens um maior nível de proteção e conforto, através da utilização de materiais e/ou componentes eletrónicos. Assim, a combinação de EPI tradicional com elementos inteligentes forma este novo tipo de EPI. Dependendo do EPI em questão temos vantagens como localização por GPS, monitorização cardíaca, alarmística, entre outros.


Os EPI sempre foram o principal interveniente para proteger o utilizador dos vários riscos de segurança e saúde no trabalho, devendo funcionar de forma fiável e proporcionar um elevado nível de proteção. Os elementos inteligentes aumentam este nível de proteção, e portanto, são parte integrante do EPI.

O EPI inteligente encontra-se atualmente em exposição em feiras e estão em uso há algum tempo em determinadas indústrias. No entanto, o EPI inteligente é uma área em rápida mudança, e todos os participantes estão ainda a aprender a explorar plenamente o potencial do mesmo.

Os protetores do joelho tradicionais, por exemplo, são muitas vezes inflexíveis e dificultam os movimentos normais, no entanto, o material inteligente de absorção de choques pode ser macio e flexível, permitindo um movimento normal. Quando a proteção é necessária, em caso de choque, as propriedades do material inteligente mudam e o efeito de choque é revelado. Outros exemplos são peças de vestuário com iluminação ativa, soluções que integram sensores em coletes e que avisam o utente se uma máquina móvel, equipada com o sensor correspondente, se aproxima demasiado. Outra solução consiste num sensor incorporado em roupa interior para monitorizar o ritmo cardíaco do utente e comunicar com um smartphone. Nestes casos, o sistema avisa o utilizador se o ritmo cardíaco ultrapassar um limiar personalizável, a fim de evitar acidentes devido a stress excessivo.


Outro exemplo bem conhecido é o vestuário de proteção inteligente para bombeiros, em que vários sensores estão integrados no vestuário. Estes sensores medem as funções corporais, como a frequência cardíaca, a pressão arterial e a temperatura corporal, sendo desta forma possível avaliar as capacidades de trabalho da pessoa em questão, algo que não era possível com vestuário de proteção tradicional. Outros sensores observam o ambiente e podem detetar gases tóxicos ou medir a temperatura. Os dados sobre o estado do equipamento de proteção podem ser armazenados para posterior análise, de forma a melhorar a proteção, mediante as condições a que são sujeitos.





Sites consultados:

https://www.securitymagazine.pt/2020/08/16/epi-inteligentes-sao-o-futuro-da-seguranca-no-trabalho/
https://osha.europa.eu/pt/highlights/smart-ppe-future-protection-workers
https://www.constructionglobal.com/technology-and-ai-1/wearable-technology-will-grow-construction-industry
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